Pra que tanta correria???

Postado por Letícia , segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ando um pouco, não, totalmente, sumida daqui. Minha vida está de pernas para o ar e não tem dado muito sinal de que vai se ajeitar tão cedo.


Esse mês recebi a notícia que passei no vestibular, então estou indo pra Faculdade!! Aeee! E, consequentemente me mudando.  Estou na maior correria procurando lugar pra morar, vendo o que preciso fazer e arrumar...nossa! Cansa!

Também estava participando do Miss Rio Claro, o que tomou demais meu tempo! Eram ensaios todos os dias à tarde e à noite... Graças à Deus acabou! :D Foi uma experiência incrível, mas também cansativa...

Eu espero vir logo logo com assuntos interessantes ou mais novidades.  Mas não prometo nada por enquanto.

m&m’s : “Chocolate is better in color!”

Postado por Letícia , quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

     Que eu adoro m&m’s não é novidade para ninguém. Mas que agora estou apaixonada, sim! é novidade até para mim.

    Ontem estava com o Fer no shopping esperando para ir ao cinema, e, enquanto isso resolvemos passar no mercado para eu comprar um chocolate... Qual chocolate eu quis? m&m’s, lógico. E ainda demorei uns bons minutos para escolher a cor do potinho que eu levaria e isso me fez ter um pequeno insight: “vou pesquisar sobre a marca...” (sim, adoro ler sobre marcas, ainda mais quando depois descubro que são interessantes)
E foi pesquisando sobre toda a história da marca m&m’s que me apaixonei.

   Os confeitos de chocolate surgiram em 1941, durante a Guerra Civil espanhola. A história é de que o criador dos confetinhos coloridos, Forrest Mars, durante uma viagem, encontrou soldados comendo uma espécie de chocolate envolvido por uma camada grossa de açúcar, esta evitava que derretessem e os tornavam mais fáceis de transportar. E foi esse chocolate, sem graça, usado na guerra, que serviu de inspiração para os atuais m&m’s. Com essa nova receita criada por Mars, o chocolate se popularizou entre os soldados e assim também foi adquirindo grande aceitação de toda população. As cores dos chocolates iniciais eram marrom, amarelo, vermelho, laranja, verde e violeta (Por que tiraram o violeta? =/). O nome m&m’s surgiu de “Mars & Murrie”, Bruce Murrie era o parceiro dos negócios. A princípio, em 1950, o “m” impresso nos confetes era preto, só após algum tempo passou a ser branco, como é até hoje.

   Com a grande popularização do chocolate, começaram a surgir diversos tipos de embalagens e cores para datas especiais, como o nata, páscoa, primeiramente, e, hoje, podemos encontrar edições especiais para os mais diversos acontecimentos, como a Copa do Mundo, por exemplo. Aproveitando essa nova febre que atingia os Estados Unidos, e também a Europa, a marca começou a criar personagens com os m&m’s, e utilizá-los nas embalagens e, principalmente, para a divulgação da marca. O pioneiro foi o Vermelho, por, anteriormente ter gerado certa polêmica devido a suspeita de corantes muito fortes, já a cor verde ganhou uma personagem mais afeminada, o que a aproximou mais das mulheres da década de 90 e a fez ganhar rapidamente certa popularidade, o que a ajudou assumir papel importante nas propagandas da marca, uma das principais foi com o tema “Melt for no one” (Não derreto para ninguém).



    Mas foi nesse milênio (2002) que a marca ganhou endereço num dos pontos mais badalados dos EUA: Nova Iorque, tornando-se a segunda e maior loja da marca. Apesar do ‘’m&m’s World” de Las Vegas ser veterano, ter até cinema 3D e de, em Orlando, ser possível encontrar os personagens para tirar fotos e pegar autógrafos, o da Times Square continua sendo o “top”, com dois andares, uma estátua da personagem Verde vestida de Estátua da Liberdade e uma máquina para descobrir a cor do seu humor, o que totaliza um espaço de 2000 metros quadrados. Nas lojas é possível encontrar os mais variados produtos da marca (roupas, material escolar, almofadas, bonés, enfeites, etc. etc. etc.) e até fazer moedas com os personagens estampados, eu fiz uma com a personagem Verde quando fui!



     Até hoje só tive a oportunidade de ir à loja de Orlando, a mais nova das 3. E, ao olhar para aqueles tubos gigantes, com todas as cores de m&m’s (nem preciso dizer que o rosa e roxo foram os que mais me encantaram, né?) me deixou louca, tive que comprar um pouquinho das cores que não encontramos no saquinho comum. Na loja você mesmo pega os saquinhos e retira dos tubos das cores que quiser, e depois, é cobrado por peso, no caixa. O Fernando já foi à loja de Nova Iorque (vai ter que voltar lá comigo qualquer dia!), e trouxe uma almofada, linda, que imita o saquinho de m&m’s, no caso o de peanut, para mim.



A marca, hoje, é patrocinadora oficial da NASCAR, a categoria mais comum de corrida automobilística nos EUA, esse é um dos motivos de encontrarmos alguns carros de corrida decorados dentro das lojas. Os mais diversos produtos com o logo “m&m’s” são vendidos em mais de 100 países, e, anualmente, são produzidos mais 146 bilhões de confeitos.
Agora, uma das curiosidades mais legais que encontrei foi uma promoção organizada pela marca, a qual peguei de um blog e vou colocar aqui exatamente como encontrei, pois não merece ser alterada nenhuma vírgula!

“Uma das promoções mais sensacionais e surpreendentes da marca, denominada Great Color Quest, ocorreu em 2003 na virada do ano. Os personagens Vermelho e Amarelo estavam comemorando o Reveillon no programa Dick Clark’s New Year’s Rockin’ Eve transmitido ao vivo pela rede ABC, quando no primeiro minuto de 2004, inexplicavelmente, todos os personagens e os M&M’S perderam suas cores vibrantes. Durante dois meses e meio de M&M’s preto e branco, todos se perguntavam se as cores iriam voltar e o que havia acontecido. Milhares de consumidores compraram os 37 milhões de saquinhos de M&M’s para encontrar a seis cores tradicionais do produto. Até que no dia 11 de março, em uma grande celebração na cidade de Los Angeles, a M&M’S anunciou que as cores voltariam, lançando o slogan “Chocolate is Better in Color!”. Os seis consumidores que acharam os M&M’s coloridos durante a promoção receberam o prêmio de US$ 20.000, uma viagem para quatro pessoas para Los Angeles e um Volkswagen New Beetle conversível exatamente na cor do M&M’s achado pelo participante.”(fonte: www.powerfullbrands.blogspot.com)



Depois de ver toda a grandiosidade da marca, não tem como se apaixonar apenas pelo sabor delicioso do chocolate... A gente se apaixona por tudo!

Novos Mcfósforos!

Postado por Letícia , terça-feira, 4 de janeiro de 2011

When I was a child... papo de velho, né?! Mas quando eu era pequena me lembro que meu pai sempre que voltava de viagem, geralmente trazia dos hotéis mil caixinhas de fósforos, daquelas que destaca o palito, se é que se pode chamar de palito, porque eram super flexíveis, conforme a necessidade. Eu colecionava, tinham tantas cores e tamanhos...
Hoje encontrei uma caixinha de fósforo que, com certeza, seria a “top” da minha coleção. Adivinhem:



Os McDonald’s, dos EUA (que pena, por que não o Brasil?), fizeram essas caixinhas para ajudar na divulgação do novo horário de funcionamento. Agora 24 horas.

Um novo uniforme para os "Ketchup lovers"

Postado por Letícia , terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Há alguns dias estava morrendo de vontade de postar algo, mas o problema era: o quê? Hoje, vagando em um dos meus sites preferidos, CCSP (ccsp.com.br) , achei um assunto perfeito! KETCHUP!

E, fazendo um resumo (bem resumido) da história do tal ketchup... O “molho” teve origem na China, e possuía um nome diferente, porém parecido, do nome atual, e o tomate não era ingrediente principal. Quando o molho chegou aos Estados Unidos, ganhou o nome que tem hoje e a receita foi alterada: o tomate passou a ser seu ingrediente principal, como é até hoje.

Ok, mas o que ketchup tem a ver com o site CCSP? Fácil. Encontrei lá uma notícia de que a Hellmann’s, juntamente com a Banca de Camisetas de São Paulo, criou uma edição de camisetas, com 6 estampas diferentes, para os “ketchup lovers” com o intuito de reafirmar que os ketchups são realmente feitos com tomates, cerca de 10 tomates por frasco! Haja tomate, ein?!

“Queremos voltar a comunicar ketchup para o mercado e consideramos os ‘ketchup lovers’ um público muito estratégico para a marca. Sendo assim, nada melhor do que oferecer uma coleção de camisetas bacanas, que consegue passar a mensagem que desejamos, de forma moderna e lúdica, e ainda agrada ao público que é fiel ao produto”, explica a gerente de marketing de Hellmann’s, Bianca Shen.

As camisetas estão disponíveis no site e nas lojas Banca de Camisetas por R$ 39,00.



(Dedico esse poste ao Fernando “Fuinha” Cerri, que não gosta da oitava maravilha do mundo: ketchup! )

Natal Ideal x Natal Real

Postado por Letícia , quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Pela primeira vez o natal não me inspira. Sinto-me como uma criança que acaba de descobrir que Papai Noel não existe. Natal, pelo menos em minhas idealizações, é época de alegria, família reunida e muita comida e doces gostosos, um típico comercial de TV, eu diria.

Esse ano não. Não me importo com um natal assim, e, sinceramente, não estou empolgada como nos anos anteriores. Parece que, pela primeira vez, estou olhando o natal como pessoas adultas olham: mais uma data qualquer, na qual as pessoas são, muitas vezes, falsas umas com as outras. É o primeiro natal “real” que vivo, e já aviso: não quero muitos como esse não.

Natal de verdade, salvo raras exceções, tem que ser parecido com os dos comerciais exibidos na TV, em época de fim de ano, afinal, estamos comemorando o aniversário de uma das pessoas mais importantes de nossas vidas, JESUS.

Merry Christmas! 

Respeite! É (quase) uma ordem.

Postado por Letícia , quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Escrever: meu "novo" hobby.

Postado por Letícia , sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

  Há semanas não escrevo nada, nem bilhetes. Vinte e cinco dias, para ser mais exata. E, pra ser sincera, sinto falta disso, falta das minhas aulas de redação, de quebrar a cabeça tentando evitar o uso do gerúndio, a palavra “coisa”, exageros, analisar sempre a relação causa/conseqüência, e procurar as palavras mais adequadas para cada frase. Hoje à tarde estava quase procurando um tema qualquer na internet para dissertar sobre. Desisti e resolvi fazer esse, de caráter mais metalinguístico, o qual acho que nunca utilizei antes.
  É engraçado como às vezes não acreditamos em algumas coisas que as pessoas falam. Muita gente me falava que escrever é questão de prática, costume e que a melhora depende (quase) totalmente dessa prática. Eu, sinceramente, não acreditava. No entanto, foi escrevendo, escrevendo e escrevendo que comecei a gostar cada vez mais desse exercício, e sentir, cada vez mais, a melhora aparecer, ao ponto de, agora, sentir falta do verbo “escrever” no meu dia a dia, falta das palavras.
  Hoje, não posso negar, escrevo muito melhor do que antes, mas, ainda acredito que estou longe da perfeição, se é que existe perfeição na escrita, afinal, sempre há o que melhorar. E quem escreve sabe: cada vez que relemos a folha escrita achamos algo para mudar, melhorar. E foi com os erros cometidos, e a reescrita melhorada de cada texto, que me ajudou a conseguir a melhora que alcancei. E agora, que não preciso mais do treino semanal, antes necessário, sinto falta.
  No momento, escrever faz parte do meu ócio. No entanto, continuo concordando plenamente com Johann Goethe, escritor e pensador alemão, escrever é um ócio muito trabalhoso.

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